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Após um grande período de observações, Will mostrou-se um ser humano bem sensível, o que não significa viver fazendo declarações do quanto gosta das pessoas, machucar-se com qualquer coisa ou até sentir-se atingido a toa, a sensibilidade dele é outra. É uma sensibilidade voltada para os detalhes, para a capacidade de imaginar pessoas, situações e até sentimentos. Will enxerga o que dificilmente as pessoas conseguem ver. A primeira vista, me pareceu um dom sutil, mas hoje, procuro ficar atenta a isso, porque às vezes, pode chegar a encorajar. Ele não é um ser humano perfeito, e está longe de ser, é uma pessoa complicada. Há momentos, em que parece muito fácil entendê-lo, porém, há dias que se esconde atrás de uma agressividade passiva, e se faz impenetrável, e em dias assim, tenha certeza, o melhor é nem mexer com ele.

Embora possa parecer um tanto “fechado”, Will de fato não o é, tendo inclusive uma capacidade de se expressar ímpar: Escreve de maneira rebuscada, fala igualmente de forma descritiva, e canta com uma emoção acima da média, ora incrivelmente bela, ora desesperadamente melancólica. Não tem nada contra brincadeiras, muito pelo contrario! Ele gosta de rir por mais a toa que seja, gosta de pessoas divertidas [não confunda pessoas divertidas com pessoas bestas] pessoas que saibam brincar, mas que também saibam encarar as situações com seriedade quando necessário. Gosta de pessoas que assumam seus problemas e reflitam sobre eles – bancando um notável psicólogo – mas cobra que corram atrás de suas respectivas soluções e não apenas chorem sobre o leite derramado.

Para quem deseja se aproximar do Will [ vulgo "Fê" para os íntimos ] o ideal é que “dê sem esperar receber”, se é que me entendem, pois ele quando menos espera-se pode demonstrar o quanto gosta de alguém, mais do que esse alguém já chegou a pensar. Ele tem o seu próprio tempo e modo de agir. Não cobrem deste ser o que ele não tem, ou pode até ter, mas não quer ofertar, ou ainda, não tem para oferecer naquele momento. Não é o mais sábio, de início, tentar descobrir seus segredos e traumas, ele logo sente-se invadido, e portanto, se afastará de você. Mas se for com cautela, aí só Deus sabe o quanto você poderá conhecê-lo. A forma como Will pode ser extremista ainda me deixa apreensiva, afinal, uma vida de extremos é uma vida de tudo ou nada… E para quem sempre deseja tudo, essa característica é um tanto perigosa, não só para ele, mas para todo que o cercam.

Will ama de um jeito particular, às vezes despertando a mais sublime sensibilidade em alguém, como pode semear a mais profunda tristeza. Sobre a sinceridade dele, não há muito o que dizer, apenas que é “egoísta”. Will é sincero para poder sentir-se bem e não para fazer o outro sentir-se bem. Caso o bem estar dele também seja o seu, ótimo, porém, se não, ainda assim ele será sincero. Há ainda um forte senso de justiça em seus atos e argumentos, e embora não compre brigas, dificilmente perderá uma quando está dentro. Partindo da sinceridade para defeitos, Will tem tantos defeitos quanto qualquer outro (e, diga-se de passagem, às vezes seus defeitos e qualidades se confundem ) ele não costuma valorizar o que tem, só quer o que não pode ter, o que é impossível, inatingível.

Will ama as estrelas pois não pode tocá-las, ambiciona o desconhecido, o oculto. Busca caminhos para a perfeição imperfeita. E consegue despertar nas pessoas algo sublime, revelando-se em partes e mostrando mil faces que, no fundo, são apenas partes de uma pessoa só. Ele é daqueles que sabe de tudo um pouco, e nem sempre demonstra. Às vezes, não demonstra porque não quer, outras, porque simplesmente sente preguiça, e não tão comumente, mas também por humildade. Esta última palavra não combina 100% com ele, não com uma parte dele que entendo muito bem (e que vai ficar na curiosidade quem está lendo isso). É também, principalmente, alguém que sente, mas raramente diz o que de forma clara. Usa metáforas como ninguém. Essa característica o torna um ser humano difícil de ler, e até imprevisível. Fácil de ser admirado, igualmente fácil de ser incompreendido. Sobretudo, não há como negar: É uma pessoa discreta, porém, marcante. Alguém com uma personalidade única, com atitudes dignas e que não costuma errar duas vezes. Aprende por si só. Tudo com um absurdo equilíbrio entre razão e emoção como nunca vi parecido. Mas deixa pra lá, acho que já falei muito mais do que imaginei rsrs…

Ass.: A pessoa que mais o conhece (e com a foto que faltava aqui).

Música: Z’ephyruS
Letras: Will Pauleto

“Todas essas pétalas deixarão um dia de existir
Todas deixarão… de existir…”

Um botão de rosa soprado ao vento
É bem mais do que uma simples lembrança jogada ao relento
E sobre o asfalto, ainda molhado pelo orvalho da manhã
Meus pés se desfazem, apenas rastros de um eu solitário
Entre galhos quebrados, sonhos deixados,
As pegadas somem, as memórias ficam,
Aqui…

“Todas essas pétalas deixarão um dia de existir”
Você me disse gentilmente, suavemente
“Todas deixarão de existir”
E seu coração partiu-se junto ao meu
Como todas essas pétalas

Por que isso me consome tanto?
De joelhos, eu grito por uma tentativa de sobreviver
Mas a dor não some, ela não some, meu Deus!
E a neblina encobre tudo aquilo que eu não pude esconder
Por que isso me destrói tanto?
De olhos fechados, eu deixo pra trás tudo aquilo que eu possa esquecer
E o que você diz, o que você me diz agora
Pra que eu continue vivo?

Um farol dourado aponta para o cais
E o doce céu contemplando a solidão que brilha mais
Sobre as areias, ainda manchadas pela brisa da manhã
Minhas pegadas se refazem, apenas marcas de um eu imaginário
E quando as luzes se apagam
Entre velhas partidas, novas chegadas,
Minhas mãos somem, meus pés ficam
Por aqui…

“Todas essas pétalas deixarão um dia de existir”
Você me disse gentilmente, suavemente
“Todas deixarão de existir”
E seu coração partiu-se junto ao meu
Como todas essas pétalas

Por que isso me consome tanto?
De joelhos, eu grito por uma tentativa de sobreviver
Mas a dor não some, ela não some, meu Deus!
E a neblina encobre tudo aquilo que eu não pude esconder
Por que isso me destrói tanto?
De olhos fechados, eu deixo pra trás tudo aquilo que eu possa esquecer
E o que você diz, o que você me diz agora
Pra que eu continue vivo?
Pra que eu permaneça vivo?
Pra que eu continue vivo?
Pra que eu permaneça, permaneça, permaneça VIVO?

(“Então…”)

“Todas essas pétalas deixarão um dia de existir”
Você me disse, gentilmente…
“Todas deixarão de existir”
Você me disse, suavemente…
“Todas essas pétalas…”
Você me disse, você sempre me disse
Eu só não quis ouvir,
De você…

Eu estou… (“… puxe…”)
Jesus, eu estou tão… (“… puxe o gatilho…”)
Tão arrependido! (“… AGORA!”)

E as aulas voltaram (com direito às prévias do TCC), o que explica parte da “teia de aranha” que assola esse blog e meus profiles virtualísticos. Pra limpar um pouco o pó, trouxe dois links meus pra vocês hehe! ;D

* Quiz sobre o Will

Sabe aqueles sites que permitem questionários online, pra saber se aquele seu amigo/vizinho/cachorro te conhece mesmol? Pois é, o Renan criou um, meu irmão foi na onda, e acabaram me ajudando a criar um também! E eu gostei haha! São só 10 perguntas, mas dá pra saciar parte da brincadeira e curiosidade… e nem tá difícil, quem fizer, faça o favor de acertar (quase) TUDO huaeuhea! xD

http://www02.quizyourfriends.com/take-quiz.php?id=0903112318519220

* Escrivaninha do Will

Esses dias, fiz um cadastro no site Recanto das Letras com o intuito de divulgar e criar direitos autorais pras músicas que escrevi. O resultado foi bacana, 150 visitas em 1 semana e vários elogios saudosos! Juntei algumas crônicas minhas por lá também e quem quiser conferir, só acessar:

http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=52125

That’s it, vou-me indo por hora.
Beijos e abraços for everybody o/