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Isso não pode mofar! xD

Post só pra dizer que não esqueci daqui, nem dos meus amigos blogueiros. É mais aquela preguicinha básica das férias (vai entender né, é a época que temos mais tempo e inventamos preguiça haha). Enfim, ao menos, garanto que isso volta à ativa com umas resenhas – voltei a escrever sobre música!

E é isso aí, happy doismilêenove pra everbody again! ;D

“Se você for pisoteado, se você for arrancado,
Apenas mantenha seu orgulho florescendo,
Apenas continue acreditando!
Mesmo se a chuva não cair,
Mesmo se o sol não brilhar…
Apenas aja com tranquilidade,
Apenas aja sem se importar.
Se você perder o seu caminho,
Peça um sinal para alguém.
Se perder os seus sonhos de vista,
Feche os olhos novamente.
E algum dia você irá florescer de novo,
De braços abertos para o sol!”
(Neo Visualizm -  Miyavi)

Obrigado pelos comentários gentis, calorosos e até bizarros no post anterior, feito pela senhorita Dayane (mas que “bela” mania essa sua, não rs?). Quero dizer que estou bem, quero dizer que agradeço mil vezes por se preocuparem tanto… e quero dizer que o nome desse blog não é à toa, então a letra homônima creio que também sirva como resposta. =]

So, thank u all! ^^

Há quase um ano atrás eu te escrevi, lembra?!

Quase… dia 01/02/08, caso tenha esquecido… e eu postaria no fotolog denovo se você não mudasse a senha do dito cujo rsrs, mas como nada é perfeito, sua criatividade continua sendo questionável porque a senha do blog deu certo!! oieuhouheoieuhe :P

Lá eu dizia o quanto você foi especial… o quanto significou pra mim… o quanto você era raro… e hoje eu não mudaria uma palavrinha em relação aquele dia. Eu não mudaria nada, pelo contrário, eu repetiria tudo mais uma vez. As mesmas palavras… os mesmos gestos… as mesmas escolhas… só tenho boas lembranças de você.

Lembro da carta que me escreveu e que no finalzinho dizia “obrigado por reanimar a alegria escondida que havia em mim”. Chorei lendo essa frase! Chorei de felicidade, de tristeza, de saudade… chorei, chorei feito criança!! Will, Fê, meu querido… você marca as pessoas! Sei que não percebe o quanto mas você marca, marca muito! Eu mesmo só percebi o tamanho absurdo disso daqui de longe… por isso estou aqui, repetindo a dose!

Pra te dizer “não fique triste…”

Pra te dizer “não chore…”

Pra te dizer “não se entregue jamais…”

Você é a fortaleza em pessoa, eu sei! Mas você não precisa ser forte sempre! De vez em quando já tá bom, tá ótimo… deixe os outros cuidarem de você também! Tô pedindo muito? Me diga se estiver… antes que pergunte porque não mandei um email, o motivo é justamente esse… deixar que os outros cuidem de você. Pra isso eles precisam saber, e se você não fala, falo eu! Duvido que vai ter coragem de me censurar eoeohiehoehe!! :S

Deve estar muito difícil pra você, mas leia bem isso aqui… disse pra minha avó uma vez quando me referi a você… eu disse “Ele é uma pedra preciosa, vovó! Tão único, tão forte e brilha tanto quanto”… e ela sorriu e respondeu “Ele é, então guarde-o com você”. Eu guardei, guardei e vi você se lapidar por diversos dias… e sabe o que é melhor? Por mais que te machuquem, te cortem, te quebrem, você nunca vai deixar de ser precioso… você nunca vai deixar de brilhar… porque isso faz parte de você.

Acho que não preciso dizer mais nada além do que você mesmo diz numa música sua: “Siga as estrelas, elas apenas estão esperando por você”

Beijos de alguém que sempre te amará muito :)

Day.

E vamos tomar um cházinho antes de escrever…

Pronto. Agora eu posso falar à vontade. Ou escrever, claro, escrever! Normalmente eu sempre reviso meus textos antes de publicá-los, sabe como é… Mas dessa vez eu não pretendo. Quero que soe mais natural, mais espontâneo, mais “conversado”. Acho que tem mais haver e acho que aqui é o lugar certo pra isso.

Talvez a palavra de maior significado pra mim, nos últimos anos, tenha sido “mudança”. Devo tê-la citado uma porção de vezes, assim como fiz com que se tornasse o principal conceito da Z’ephyruS. (o que vai ficar óbvio quando a banda sair de trás das cortinas – nunca escondi que a Z’eS é meio auto-biográfica). Enfim, minha vida melhorou conforme fui compreendendo valores como esse, mas por outro lado, é aquela coisa: Quanto mais você sabe, mais você quer saber. Quanto mais respostas surgem, mais perguntas se multiplicam. E você não volta à estaca zero, apenas surta um pouco – ou muito – mais do que antes.

A vontade de mudar é geral. O medo de mudar, idem. Pergunte à qualquer pessoa, ninguém estará 100% satisfeito com a vida. E vamos levando, vamos levando, até pararmos numa encruzilhada, sabe?

É onde quero chegar: Estou numa encruzilhada! Sinto que essas duas décadas de existência foram um ciclo “x” pra mim, e que agora o momento é outro, já me sinto em transição. Todos os pontos fundamentais possíveis, como a importância da minha família, o meu futuro profissional, as amizades que quero ter ao meu lado, tudo está mudando. E se não está, eu quero mudar! Isso é o que mais mexe comigo. É como se tudo tivesse ficado tão, mais tão confuso, que a única solução que encontrei foi “Vire de ponta-cabeça! Jogue ao ar e espere pra ver o que vai cair”.

Pode ser que esse texto viesse à calhar mais no N’eoVisualizm*, mas tudo bem. Serve pra “encher uma lingüicinha” por aqui. Serve pra reafirmar à quem não sabe: Estou mudando!

PS: *O texto realmente estava em outro lugar, trouxe pra cá porque tem haver, porque queria atualizar, e também porque pode ser útil à mais alguém. Nunca se sabe rss…

Pequenas coisas, pequenos gestos…
Eu tenho parado pra notar o quanto eles fazem diferença na vida de alguém.

Por mais que o mundo cresça como uma bola gananciosa e capitalista, há coisas que nunca mudam. Uma delas é a doce e agradável sensação de saber que, entre centenas e milhares de pessoas, alguém gosta de você. Gostar da maneira mais ampla possível, desde a família e os amores, até a notável roda de amigos. Simplesmente “gostar”. E não é algo que dependa de dinheiro, geralmente é o que menos depende.

Dias atrás briguei com minha mãe, por um motivo bobo, besta, quase irrelevante. Fiquei atordoado com o nível de stress alto, por tão pouco. Sem tel ou PC, mandei um sms pra Paula, apenas com intuito de desabafo. Eu sabia que ela responderia logo e um “alô” do lado de lá era tudo que eu precisava pra me tranqüilizar. O que eu não esperava era uma seqüência de 3 sms GIGANTES (3 páginas em cada, totalizando 9!) apenas pra tentar me acalmar. Foi-se lá uns R$ 3,60 dela pela consideração – pouca coisa até, mas muito para a maioria dos “smszeiros”. Fiquei surpreso e feliz pela atenção dela.

Houve também o Leo, há poucas semanas, que me quebrou um senhor galho: fotografou um zilhão de estabelecimentos (bares, restaurantes, etc) com os quais a agência que trabalho tinha parceria, pra criação de um portfólio próprio dela. Rodamos a cidade, passamos calor à beça, ficamos com sede e fome. E o que ele ganhou com isso? Em cachê, nada. Deve ter até gasto uns tostões de gasolina a mais do que o previsto, mas enfim, não cobrou. Foi pela amizade, talvez pela conversa e risadas alheias. Era passível de ser pago? Sim, claro, deveria se tivéssemos condição (ou um chefe menos mercenário rs). Acabou sendo mais pela oportunidade à ele. Mas talvez dinheiro nenhum cubra a pré e pós-disposição de ter feito toda aquela tour que ele fez, naquela sexta, comigo.

Entre outros detalhes, não posso deixar de citar os trabalhinhos e lista de presença da faculdade, que o Will e a Paty faziam/fazem questão de colocar meu nome e me MANDAR ficar em casa, pra me poupar nos meus “dias de turbulência”. Também minhas queridas Agatha e Naya, que trabalhando por perto nos meus tempos de COT, gastavam 1/3 do almoço delas na travessia até o restaurante que eu almoçava, só pra fazerem companhia às minhas garfadas (e ainda o fazem, com menor freqüência no meu recente trabalho, quando estão de carro rs).

Outro ponto notável é o entusiasmo doido da Ludmila e as maluquices do Paulo, ambos sempre me fazendo rir, sempre comprando brigas (minhas) que não são suas, sempre à postos ao meu lado. Ou as madrugadas varadas na casa da Sô, Lena e do Gui, que quase nos “adotaram” aos finais de semana. E sim, o Vitor, meu parceiro de passeadas “ao Deus dará” que costumávamos fazer um pouco mais quando estávamos ‘a-qualquer-dia-a-qualquer-hora-sem-ter-o-que-fazer’, pra respirar pelo bairro e jogar conversa fora.

É por essas e outras que sempre serei detalhista. Pra reconhecer essa presença à quem merece e retribuir da mesma forma ou melhor, se possível. E notem: as pessoas que nos confortam nas menores coisas são sempre aquelas mais dispostas à nos querer bem e nos alegrar. Resumidamente, são os mais dignos de receberem – em recíproca – o verbo gostar e seus derivados.  E mais pequenas coisas, pequenos gestos, entre outros. Então, Voilà!

Nunca fui a pessoa mais religiosa do mundo, mas nunca estive muito longe das paredes da religião. Dessa forma, quem me conhece sabe que criei e mesclei conceitos variados durante todos esses anos sobre Deus, espiritualidade, sobre a fé em geral (diga-se de passagem, graças aos meus pais, que sempre tiveram suas crenças mas nunca foram bitolados à nada). Então, interpretando da minha forma, busco ser o mais justo e bom possível, dentro dos meus limites, e dentro dos limites que eu possa quebrar.

E uma palavra sempre me intrigou no meu vocabulário. Duas, talvez. O “perdão” e o “arrependimento”. Complementares, elas unem uma das maiores dádivas espiritualistas do homem, coisa que nenhum outro animal é capaz de fazer. O dom de se arrepender, e o dom de perdoar.

Começando pela primeira, bem, eu me lembro de ter soltado frases como “jamais me arrependi de nada que fiz na vida” e coisas do tipo, num passado não tão remoto. Hoje, entretanto, eu diria que isso soa mais como arrogância do que como uma inabalável convicção. Parando pra pensar, é possível que eu repetisse os mesmos erros, caso pudesse voltar no tempo. Mas isso não quer dizer que eu não me arrependa…

Lembro de, uma bela vez, ter me encantado demasiadamente por uma garota. Essa, por outro lado, namorava – o que só descobri tarde demais, infelizmente. Acabei criando uma cisma enorme contra o namorado dela que, entre defeitos aqui e acolá, já me conhecia e sempre foi muito simpático comigo – até amigável, eu diria. Cheguei a baixar a poeira por uns tempos, até que comecei a dar ouvido à fofocas (e fofoqueiras) alheias que me envenenaram contra o rapaz.

Conclusão? Briguei, acusei e julguei o mesmo na cara dele, em frente ao seus melhores amigos, sem um pingo de receio de estar faltando com a verdade (e sem medo de perder os dentes). De condená-lo por uma traição que, talvez, no fundo, ele realmente fosse inocente. Eu tinha uma certeza tão imensa, quase uma cegueira, que mal parei pra pensar se estava errado. E o pior é que no fim não consegui provar nada, com exceção de uma coisa: que a pessoa que me envenenou era falsa. E que talvez eu tenha perdido a amizade de um cara bacana e de boa em troca de uma cobra interesseira e materialista. Azar o meu, né?

Não foi o único erro que cometi nos últimos anos, nem o único na questão “relacionamentos”. Há bons tempos atrás, conheci uma menina linda, daquelas que eu tanto procurava encontrar: simpática, com um gosto musical notável, tagarela – no melhor sentido da palavra – e romântica, eu diria. O único detalhe distinto das minhas preferências é que ela era ‘loira’ (apenas na época – pois lembro até dela brincar dizendo “que bom, porque na verdade eu sou morena!”). Depois de muito papear pela net, marcamos de nos encontrar num shopping da cidade pra depois ir numa consulta médica dela, no centro, na qual ela me pediu e entrei junto. Apesar de não haver nada demais, fiquei feliz com a atitude, uma leve (mas notável) demonstração de confiança por mim. Saindo de lá, lembro de termos conversado horrores à tarde toda, andando pelas ruas, voltando ao shopping, zanzando, tomando um suco… e de eu, realmente envolvido, tentar beijá-la em determinado momento.

No fundo, aquele não era muito “eu”, era apenas um cara tentando tomar mais atitude que o normal, talvez por dar ouvido demais aos outros (o que nunca precisei, não sei porque raios me influenciou naquele dia). Graças à Deus, ela não se ofendeu e até voltou atrás no final do passeio, praticamente me convidando pra sair de novo e me dando um selinho (não disse que era romântica?). Fiquei contente, voltei feliz pra casa e só pensei nela o dia todo. Por coincidência, naquele dia, descobri que um amigo próximo gostava dela. Péssimo, mas contornável. Só que logo depois, cai doente, mais uma vez. E repetindo um erro do passado, em vez de contar a garota o que se passava, não… optei por omitir, ou pior, me afastar, pra que ela não se apegasse à mim e poupar alguma dor. Um doce engano, uma vez que, acredito, ambos já haviam se apegado um ao outro. Acabei por deixá-la no silêncio, aos poucos, até que obviamente sua amizade por mim se perdeu e a minha coragem de recuperá-la (do tipo de cruzar com ela um ano depois e virar os olhos), idem.

Há também uma terceira história, mais complexa, que gostaria de contar. Por hora, acho que isso já basta. Serve pra guardar exemplos de arrependimento, de que, se eu pudesse voltar no tempo, talvez fizesse diferente. Mas não posso, então, guardo pra quem sabe um dia me perdoem. Quem sabe uma dia eu tenha coragem de pedir perdão às pessoas que magoei de tal forma ou parecida. Ontem eu achava impossível. Hoje, já não acho. Não depois que pude perdoar alguém e sentir um enorme alívio da minha parte.

Assim, talvez amanhã eu possa tocar e cantar com esse velho amigo. Talvez amanhã eu possa chamá-la novamente pra sair, e sim, seria diferente…

Sonhar, acordar, comer, assustar,
Entristecer, esmaecer, calar, se entregar,
Respirar, pensar, refletir, descansar,
Levantar, discutir, e se pôr à chorar…

Acalmar, suspirar, reacender, caminhar,
Beber, dialogar, sorrir e abraçar,
Ajudar, procurar, sugerir, aprovar,
Retornar, omitir, poder se desculpar…

Voltar, deitar, me perder à olhar,
Dizer, concordar, sentir e deixar,
Olhar, parar, partir meu altar,
Rezar, pedir, pra quem sabe Deus voltar…

É apenas segunda e eu sei que tudo vai passar.

Quero tirar a “tristeza” do ar do último post, então vou falar sobre qualquer coisa! Quer dizer, quase sobre qualquer coisa uhaeuhea! Só um desabafo levinho estilo “conclusão conclusiva”, daquelas bem óbvias… xD

Nas últimas semanas – por conta do novo emprego e final de bimestre na faculdade – foi aqueeela correria! Muita coisa pra se fazer, muita coisa pra resolver de última hora, enfim, muita coisa! Muita gente tá no mesmo barco e sabe bem como é que é. Mas no fundo, não estou dizendo que isso é de todo ruim, sabe?  Não mesmo, digo até que tem sido o contrário. Essa “overdose” me deixou mais animado, mais energizado, mais vibrante, tanto pra se alegrar quanto até – em alguns casos infelizes, mas inevitáveis – brigar (e tem gente que pede muito por uma boa briga haha!).

Acho que não vou conseguir abordar exatamente o que gostaria nesse texto, mas a essência do que quero dizer é que, o que tem feito diferença nesses dias tumultuados – e pra melhor – são as pessoas que se importam comigo e que estou conseguindo aos poucos (finalmente) retribuir. Ou seja, sabe aquela história pra “gostar de quem gosta de você”, “fazer coisas por quem faz por você”? Todo mundo tem noção disso, mas igualmente, todo mundo pisa no tomate correndo atrás de gente distraída ou pior, ingrata. E é uma puta perda de tempo. É tão gostoso quando a gente consegue se desligar de pessoas inertes e se agregar àquelas vibrantes, que tão ali, do seu lado, te apoiando, te elogiando, te ajudando de verdade. Santo cérebro, às vezes a gente acerta e dá valor a quem merece, graças à Deus!

E essa postura tem me feito muito bem. E eu vou mantê-la e melhorar, fiquem de olho!

Confuso. Já comecei a confusão pelo título do texto. Não sabia se o chamava de “Contradições” ou “Paradoxo”, as primeiras palavras a me vir em mente. Optei pela primeira porque me soa mais simples de entender e, ao mesmo tempo, mais aberta. Não que essas linhas sejam simples de entender ou queiram ser entendidas. E certamente, não é frisando essa frase anterior que eu vou facilitar a compreensão, certo? Muito pelo contrário.

No fundo, eu só quero escrever pra dialogar comigo, buscar razões no que anda acontecendo, no que está acontecendo. Eu sei o porquê entro em uma sala, cheia de pessoas queridas e entusiasmadas, e me bate um alívio, uma paz de espírito. Também sei o porquê tenho de estar em outra sala, com um clima bem diferente da anterior e com tudo de ponta cabeça – quase do avesso, eu diria. Sei o que acontece em ambos os lados da minha vida, e não pretendo fugir de nenhum. Mas, me dói eles soarem tão desiguais no momento.

Creio que as contradições surjam mais do interior do que do exterior. Numa hora o coração e as veias pulsam, sem medo. Na outra, o mundo desacelera, e eu acompanho o ritmo dele. Perco ritmo, na verdade, quando não poderia perder.  E pouco me importa se não sou a melhor pessoa do mundo. Eu tenho que ser e quero ser!  Não só por mim, mas pelas pessoas que eu amo. Cair, redimir, ou qualquer coisa do gênero não pode estar no meu dicionário. Não por falta de humildade. Só não é o momento de ser humilde, ao menos, não deveria ser.

Talvez aí, no meio das contradições, eu me perca. Não saiba pra quem gritar ou pra onde correr. Honestamente, não se trata de puro individualismo que possa (e deve) haver em minha personalidade. É apenas querer poupar aqueles que gosto de se envolverem em algo que, no máximo, possam me consolar e rezar. Não podem solucionar. Eu que devo fazer isso por mim, o tempo que há de fazer isso por mim. Tenho tal convicção, mesmo que a perca em alguns segundos de cada dia.

Será que estou errado? Talvez, até possa estar…

Já que o dono foi dormir, mini-invasão pra ele dar risada amanhã hehe xD

há umas semanas atrás…

“Will: Nossa, olha a Madonna! *vendo foto na Veja*
Paulo: o que tem?
Will: tá fazendo 50 anos!
Paulo: só isso e podre desse jeito?
Will: *mostra a revista*
Paulo: AHHHH, achei que fosse o MARADONA…”

Acontece né uaHushuaHSushaa!

Beijo brow! ^^
Paul

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